Espirito Santo (ES)- Após a prisão de Ademirço Alves Emidio Junior, conhecido como “Juninho”, um boato começou a circular nas redes sociais. A notícia falsa alegava que uma fila de mulheres estaria aguardando para fazer visita íntima ao detento, apontado como um dos criminosos mais procurados do Litoral Sul do Espírito Santo.
Ademirço foi preso em Cabo Frio, no Rio de Janeiro, e segue detido no sistema prisional fluminense. Ele já passou por audiência de custódia.
Para esclarecer o caso, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) do Rio de Janeiro emitiu uma nota. A pasta informou que não há, no momento, qualquer registro de pessoas habilitadas para visitar o preso, seja para visita social ou íntima.
A Seap explicou que a visita íntima no sistema prisional depende de vários fatores.
“É necessário que o visitante esteja previamente cadastrado e autorizado, conforme critérios estabelecidos pela legislação, mediante apresentação de documentação e comprovação de vínculo afetivo”, afirmou a secretaria. A pasta também não confirmou a presença de mulheres na porta do presídio.
A prisão de Ademirço ocorreu depois que a polícia de Marataízes recebeu informações sobre seu esconderijo. Contra ele, havia um mandado de prisão em aberto devido à condenação de 25 anos pelo latrocínio (roubo seguido de morte) de Thaylan Fernandes da Costa, ocorrido em maio de 2020.



