Indonésia (IDN)- A situação da turista brasileira Juliana Marins, de 26 anos, que se acidentou durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, segue indefinida. Por meio de um perfil criado no Instagram, a família reclama da falta de informações concretas e da lentidão no trabalho de resgate realizado pelas autoridades locais.
De acordo com os parentes de Juliana, as operações de salvamento foram suspensas há cerca de três horas devido às condições climáticas adversas. Além disso, as equipes de resgate não atuam durante a noite, o que prolonga a espera pelo socorro.
Juliana desapareceu enquanto fazia uma trilha no Rinjani, vulcão ativo localizado na ilha de Lombok. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, ela teria caído em um penhasco na região da cratera do monte.
A família recebe informações desencontradas
Na manhã de ontem, a irmã de Juliana, Mariana, relatou que a família recebeu dados inconsistentes do governo indonésio. À noite, ela afirmou que a turista ainda estava desaparecida. Já na madrugada, o perfil da família no Instagram informou que Juliana havia sido localizada e que uma equipe de resgate seguia para o local.
Em publicação nas redes sociais, os parentes expressaram indignação:
“O parque segue com atividade normalmente, turistas continuam fazendo a trilha enquanto Juliana está precisando de socorro. Nós não sabemos o estado de saúde dela, que está sem água, comida e agasalhos por três dias”, afirmaram
Eles ainda criticaram a demora:
“Juliana vai passar mais uma noite sem resgate por negligência!”
O caso continua sendo acompanhado pelas autoridades brasileiras, enquanto a família aguarda por atualizações sobre o resgate.

