MANAUS – O Parque Encontro das Águas Rosa Almeida, anunciado como um dos maiores projetos urbanísticos da Prefeitura de Manaus, entrou em uma fase considerada decisiva pela gestão municipal. Durante vistoria nesta terça-feira (18/11), o prefeito David Almeida afirmou que o cronograma segue dentro do esperado, com previsão de entrega para junho de 2026.
O empreendimento, que reúne arquitetura inspirada em traços de Oscar Niemeyer e vista para o encontro dos rios Negro e Solimões, avança em etapas estruturais importantes, incluindo o museu em formato de Oca e o restaurante panorâmico.
Segundo o prefeito, a obra já trabalha em elementos centrais do complexo:
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Fundações do restaurante panorâmico começaram a ser concretadas;
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A Oca, projeto arquitetônico que deve se tornar o marco do parque, está na fase final de concretagem.
“Estamos deixando esse legado para Manaus. Junho é o prazo para entregar tudo”, declarou David Almeida durante a visita.

Além do aspecto estético, a obra exige cuidados técnicos rígidos. O parque está localizado em uma área de alta declividade às margens do fenômeno natural, o que obriga intervenções de estabilização do solo.
A prefeitura afirma que foram instaladas 73 estacas com 44 metros de profundidade, utilizando a técnica de concreto jet grout. Em seguida, balsas devem posicionar estacas-prancha metálicas para proteger o talude e garantir segurança à estrutura.
O engenheiro residente, Leandro Ladeira, explica que equipes atuam simultaneamente em diferentes pontos para manter o ritmo. No museu, vigas, armações e formas estão sendo preparadas para a concretagem principal. No restaurante, os blocos de coroamento começam a ser moldados.
Na parte superior do parque, os quiosques entram em fase de acabamento, enquanto a área administrativa e os setores de apoio estão sendo estruturados.
Com mais de 120 mil m², o complexo deve incluir:
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trilhas e áreas verdes,
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espaços de contemplação,
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mirante,
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acessibilidade,
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áreas de convivência.
A proposta da Prefeitura é transformar o Encontro das Águas Rosa Almeida em um ponto turístico que una natureza, lazer e arquitetura contemporânea.
A gestão municipal afirma que o parque será “ambientalmente correto” e preparado para valorizar o principal patrimônio natural de Manaus.



