A sessão especial contou com a presença de 35 vereadores, enquanto outros cinco não compareceram e não apresentaram justificativa. Durante a votação, parlamentares da oposição criticaram a forma como os recursos foram distribuídos entre as secretarias, apontando possíveis desequilíbrios.
O vereador Rodrigo Guedes (Podemos) questionou a prioridade dada a algumas pastas e citou a Secretaria de Comunicação como exemplo. Segundo ele, a distribuição seria “irregular” e não refletiria as necessidades da população.
Já o líder do governo na Câmara, vereador Eduardo Alfaia (Avante), defendeu a peça orçamentária. De acordo com ele, o orçamento contempla todas as áreas estratégicas da administração municipal, incluindo assistência social, educação, saúde, infraestrutura, mobilidade urbana e saneamento. Alfaia também destacou que o prefeito terá margem para remanejamento de recursos ao longo do ano, o que possibilitaria respostas a demandas emergenciais.
Segundo a Secretaria Municipal de Finanças (Semef), três áreas concentram as maiores parcelas do orçamento de 2026:
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Educação: R$ 3,2 bilhões (26,8%)
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Saúde: R$ 1,89 bilhão (15,8%)
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Urbanismo (mobilidade, saneamento e pavimentação): R$ 2,08 bilhões (17,3%)
O orçamento municipal vem registrando crescimento desde 2021, com exceção de 2024, quando houve redução de 4,2% no montante previsto.