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E-mail de militar da FAB motivou prisão preventiva de ex-assessor de Bolsonaro

Redação por Redação
2 de janeiro de 2026
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E-mail de militar da FAB motivou prisão preventiva de ex-assessor de Bolsonaro

Um e-mail enviado por um coronel aviador da reserva da Força Aérea Brasileira (FAB) teve papel crucial na decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de decretar a prisão preventiva de Filipe Martins.

O documento chegou ao gabinete do magistrado no final de dezembro de 2025.

Conteúdo do e-mail

Na correspondência, o coronel da reserva Ricardo Wagner Roquetti informou que seu perfil no LinkedIn havia sido acessado por uma conta atribuída a Filipe Martins.

Na época, o ex-assessor de Jair Bolsonaro cumpria prisão domiciliar e estava proibido judicialmente de acessar redes sociais. Roquetti explicou:

“Não existia qualquer relação pessoal ou profissional que justificasse a visita ao meu perfil.”

O militar acrescentou que, embora não pudesse confirmar se o acesso foi feito diretamente por Martins ou por terceiros, o próprio LinkedIn identificou o visitante pelo nome e perfil do ex-assessor.

Ademais, preocupado com o possível descumprimento das medidas cautelares, o coronel decidiu informar o ministro Alexandre de Moraes.

No e-mail, pediu que sua identidade fosse preservada, mas o pedido não foi atendido. Posteriormente, a mensagem acabou anexada ao despacho do magistrado, tornando público o nome do denunciante.

Cumprimento da prisão

Com base na denúncia, Moraes solicitou esclarecimentos à defesa de Filipe Martins e, em seguida, decretou sua prisão preventiva, afirmando que houve “total desrespeito às medidas cautelares e ao ordenamento jurídico”.

A decisão foi publicada nesta sexta-feira (2). Filipe Martins foi detido pela Polícia Federal em Ponta Grossa, no Paraná, e levado ao sistema prisional local.

Ele é um dos condenados no processo que investiga a tentativa de golpe de Estado para manter Jair Bolsonaro no poder, sendo acusado de participar da elaboração da chamada “minuta do golpe”.

Apesar da condenação, Martins ainda não cumpre pena definitiva, pois existem recursos pendentes de análise no Judiciário.

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