MANAUS – Por muito tempo, o direito foi visto como algo distante, complexo e inacessível para grande parte da população. Processos difíceis de entender, linguagem técnica e altos custos afastaram cidadãos e empreendedores da proteção jurídica. Esse distanciamento ainda é uma realidade no país: cerca de 70 milhões de pessoas seguem sem acesso regular à Justiça, segundo dados da Defensoria Pública da União (DPU).
É nesse contexto que a tecnologia passa a exercer um papel transformador. As lawtechs surgem como pontes entre o cidadão e a Justiça, colocando informação, orientação e soluções jurídicas na palma da mão. Hoje, é possível esclarecer dúvidas, organizar documentos, assinar contratos e buscar apoio jurídico de forma digital, com mais rapidez, transparência e segurança.
Para Gabrielle Rodrigues, CEO da Vertix Law, inovação jurídica na Amazônia só faz sentido quando melhora a vida das pessoas.
“A tecnologia nos permite colocar o direito onde ele sempre deveria estar: ao alcance das pessoas. Quando o empreendedor entende seus direitos e deveres de forma simples, ele ganha segurança para crescer, investir e inovar”, afirma Gabrielle.
Primeira Lawtech da Amazônia
Na Amazônia, esse movimento ganha força com a Vertix Law, a primeira startup jurídica do Amazonas, criada para tornar o direito mais acessível, humano e conectado à realidade de quem empreende e inova na região.
“A proposta é simples e poderosa, usar a tecnologia para aproximar o direito das pessoas, sem perder o olhar humano”, finaliza Gabrielle Rodrigues.
A startup atua na estruturação de negócios, contratos com investidores, proteção de propriedade intelectual, conformidade digital e mitigação de riscos regulatórios, sempre com foco em traduzir o jurídico para uma linguagem clara e estratégica, especialmente para startups que estão dando os primeiros passos.



